Anos 80, década do Spectrum e
do Commodore Amiga; do Zé Gato e
do Duarte & Companhia; do Blade Runner
e do Back to the Future; do incêndio
no Chiado e da queda do muro de Berlim;
das Bombocas e das pastilhas Gorila; do
cubo de Rubik ou dos iô-iôs;
dos Xutos & Pontapés ou dos The
Smiths. Foi uma década para recordar
para todos os que, como nós, viveram
a sua infância/adolescência
durante esta década.
Na música, emergiram novos estilos
na ressaca do punk rock dos 70s. O Disco
morreu, a New Wave tornou-se pop, o Heavy
Metal teve múltiplas encaranações
do Hard Rock ao Hair Metal, o Rap teve um
papel importante a mudança de maré
da música e a música Alternativa
teve, finalmente, reconhecimento do sector
mais mainstream. Em 1981 com o lançamento
a MTV a música globalizou-se e passou
a estar em todo o lado: num número
cada vez maior de estações
de rádio; em bandas sonoras de filmes;
em restaurantes, supermercados e até
em elevadores... E aí começou
a década das megastars como Madonna
ou Michael Jackson e dos concertos de estádio.
Mas, o primeiro nº 1 da década
foi de um pequeno grupo, até então,
chamado Pink Floyd.
Em Portugal, apesar das muitas bandas,
a escassez era total: não havia meios
técnicos, não havia instrumentos,
nem grandes possibilidades de gravação,
de promoção do trabalho efectuado.
Mas a mesma juventude que tinha despontado
para a vida com o 25 de Abril estava a despontar
também para a música, para
uma cultura jovem que não existia
em Portugal. E com a mesma vontade de vencer
um regime fascista, alguns desses jovens
tomaram nas suas mãos a responsabilidade
de rejeitar mais um sistema instituído:
o de que, em Portugal, só havia espaço
para as canções de intervenção.
Os anos 80 foram o nascer do Novo Rock.
Nos primeiros anos depois da Revolução
de Abril deu-se a revolução
no rock nacional e o Rock Rendez Vous era
o berço de novas bandas nacionais
como Xutos & Pontapés, Pop Dell’Arte
ou UHF.
Numa época em que parece que o retro
volta a estar na Moda, apresentamos a “Festa
Retro e Tal...” num descarado resgate
do som Rock de há duas décadas
atrás.
LOCAL DA FESTA
Caixa Económica
Operária
Rua da Voz do Operário,
64
Lisboa


Divulgação
Restart - www.restart.pt
Zero em Comportamento - www.zeroemcomportamento.org
Mercado da Cultura - www.mercadodacultura.pt
Clube Português de Artes e Ideias
- www.artesideias.com
Transformadores - www.transformadores.pt
Amostra - http://amostra.mgoffline.com
On - www.on.com.pt
MEF - Movimento de Expressão Fotográfica
- http://projectolisboa.blogspot.com
Técnico
Exus Produções
- www.exusproducoes.com

Pessoal,
Já foi aqui dito que a Festa
Retro e Tal foi um sucesso.. e
foi mesmo!
Quem lá esteve pode comprovar que
foi uma desbunda à antiga...literalmente!
Ainda assim, há certos aspectos que
nem uma bela pastilha Super Gorila consegue
apagar ou esquecer – da deterioração
da casa de banho, do tempo de espera para
pedir uma bebida, das escorregadelas nas
escadas e, principalmente, das inúmeras
pessoas que por lotação do
espaço não conseguiram entrar
na festa.
Para cada uma destas situações
existem diferentes justificações,
mas não vamos apresentá-las,
mas sim analisar, reflectir e aprender com
estes erros. Estamos determinados a fazer
o melhor que conseguirmos, e para isso fazemos
questão de ouvir todas as vossas
opiniões relativamente à festa,
só assim podemos melhorar e ultrapassar
as vossas expectativas nos nossos próximos
eventos.
Já temos mais projectos em desenvolvimento
que serão anunciados a seu tempo.
Fica a garantia de que o que foi
bom vai ser melhor e o que foi menos bom
não se repete.
Projecto Marginal |